Vestibular da Unicamp trata de “doutrinação” e Marielle

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Vestibular da Unicamp trata de “doutrinação” e Marielle

Dois temas polêmicos foram os destaques (13/01), do primeiro dia da segunda fase do vestibular da Unicamp – que nesta etapa está sendo aplicado para 18,9 mil candidatos em 16 cidades de São Paulo e mais cinco capitais.

Os candidatos foram submetidos a provas de redação (composta por duas propostas de textos) e a de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa – formada por seis questões dissertativas.

Na primeira proposta de redação, o candidato foi chamado a escrever um abaixo-assinado em que um grupo de alunos pedia que a direção da escola se poscionasse a respeito de um processo contra uma professora de filosofia, que estava sendo acusada de doutrinação política em sala de aula.

Em outra questão, de interpretação de texto, a banca pedia que o candidato analisasse uma charge em que aparecia a ex-vereadora, Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro, num caso até hoje não esclarecido. O texto remetia ao poema “A flor e a náusea” de Carlos Drummond

A Comvest (Comissão do Vestibular) registrou uma abstenção de 12,7%. No ano passado, a abstenção foi de 11,3%.Em Campinas as ausências atingiram 9% dos candidatos e em São Paulo foi de 13%

Amanhã (14/01) serão realizadas as provas de Matemática, Geografia e História. Na terça, é a vez de Fisica, Biologia e Quimica. A primeira chamada será divulgada no dia 11 de fevereiro.

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